terça-feira, 26 de agosto de 2014

Docinho de tâmaras, pecãs e coco

Isso serve pra matar a vontade louca dos viciados em doce (eu....)
To tentando cortar o açúcar (qualquer um deles), mas já no segundo dia já estava subindo pelas paredes. Então, resolvi me tapear aos poucos, fazendo um docinho sem açúcar (exceto pelo açúcar da tâmara). Vamos ver se sobrevivo só com isso por dois dias 

5 tâmaras
5 nozes pacãs
1 cc farinha de coco (fiz com a sobra do leite de coco).

Deixe as tâmaras de molho por algumas horas (deixei uma noite). Escorra a água e processe junto com as nozes. Acrescente a farinha de coco (se precisar, pode colocar um pouco mais). Modele as bolinhas e passe na farinha de coco.






Caponata de Beringela (ou entradinha de beringela)

Todo mundo me pergunta o que é caponata. A resposta é: não sei! Uma vez comi essa entradinha num restaurante e tinha esse nome. Resolvi reproduzir em casa e é por isso que chamei esse prato assim.

Serve muito bem para acompanhar torradinhas. E se sobrar, mistura na salada no dia seguinte. 

1 beringela media
6 dentes de alho com casca
Azeitonas
2 tomates sem sementes
Azeite
Sal
Pimenta
1 anis estralado

Corte a beringela em pedaços pequenos e coloque no pirex. Junte os tomates picadinhos e as azeitonas. Espalhe os dentes de alho. Depois misture azeite até deixar todos os ingredientes molhadinhos. Sal (pouco!!! Porque o volume diminui e aí você pode acabar deixando muito salgado), pimenta e forno a 180/200 graus. Vá mexendo de vez em quando. Deve demorar em torno de 40, 50 minutos para ficar bem assadinho. Depois de tudo assado, eu gosto de pegar o alho, descascar e espremer e misturar no azeite. Isso dá um toque especial!. Lembre de tirar o anis, ok?


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Granola de banana e canela - sem glúten


Essa foi uma outra versão da granola que postei AQUI, só que mudei os sabores e acrescentei alguns ingredientes. Foi a melhor granola que eu já comi! Ficou muito boa! Essas medidas renderam quase 2 kg de granola, ou seja, pode reduzir para a quantidade necessária.

3 xícaras de aveia sem glúten (ou quinoa em flocos)
1,5 xícara de flocos de arroz
1 xícara de semente de girassol
2 xícaras de castanha do Pará picadas
1 xícara de avelãs picadas
1/2 xícara de óleo de coco
3/4 xícara de mel
uma pitada de sal
400 g banana passa picada
200 g uva passas (misturei a branca e preta)
1/3 xícara de goji berry 
1/2 xícara de chia
1,5 cs canela em pó

Em uma tigela grande a aveia, flocos de arroz, semente de girassol, castanhas, avelãs, chia e canela. Acrescente o mel, sal e óleo de coco. Misture bem até ficar homogêneo (vai ficar tudo meio úmido). Leve ao forno baixo (150ºC) em uma travessa grande e vá mexendo de 10 em 10 minutos até ficar dourado. Não se preocupe se parecer mole. Quando você deixar esfriar, vai ficar crocante. Quando a misture estiver morna, acrescente as frutas secas e goji berry. Espere esfriar e guarde em um pote com tampa. 




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pão de aipim sem glúten e sem lactose


Ontem rolou um super bobó de camarão aqui em casa. Só que na hora de bater o aipim com o leite de coco, percebi que ia sobrar dessa massa. O que fazer? Pão! Estava precisando fazer mesmo.... E aí saiu um pão incrivelmente macio (deixei fora da geladeira de ontem pra hoje e esta ótimo! Agora já congelei fatiado e é só ir colocando na torradeira....).

3 ovos
1 xícara de purê de aipim (bati aipim com leite de coco para o bobó e usei essa mistura, mas dá pra usar só o aipim batido, só vai ter que aumentar a quantidade de água para 1 xícara)
3/4 xícara de água
1 xícara de farinha de arroz integral
1 xícara de polvilho doce
1 cs cheia de farinha de linhaça dourada
1/2 xícara de farinha de banana verde (ela que deu essa cor mais escura)
1 cs açúcar mascavo
1,5 cc sal
1 cs fermento químico
gergelim para salpicar

Bata os ovos e o purê de aipim até a mistura ficar homogênea. Vá alternando as farinhas e a água (coloque a água aos poucos para que a massa não fique aguada). A massa parece tipo bolo, mesma textura. Junte o açúcar, sal e, por fim, o fermento. Coloque em uma forma para pão untada com azeite, salpique gergelim e leve ao forno pre-aquecido a 200º por uns 35 minutos. 



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Torta de limão na taça (sem lactose)

Esse é o exemplo de receita que só saiu porque nada deu certo hehehehe

A receita era para ser uma cheesecake, mas eu deixei a massa passar do tempo no forno (e aí aproveitei só o que não estava muito queimado para fazer a base da taça). E o recheio acabou ficando carregado no limão. Era o que eu precisava para transformar em uma linda torta de limão que ficou divinaaaaaaa. Ainda bem que dá para anotar a receita mesmo não tendo dado muito certo no início.

1/2 xícara de castanha de baru triturada (ou outra. Eu tinha essa porque trouxe da Chapada)
1 cs ghee
1 cs farinha de arroz
2 cs açúcar de coco
1 cs água (pode ser que precise um pouco mais)

Amasse os ingredientes e deixe ficar tipo uma farofa, mas que dê para moldar. Molde e leve ao forno por alguns minutos (uns 10 ou 15). Depois esfarele o biscoitinho (eu catei o que não estava queimadinho hehehe ) e coloque na base da taça.

Recheio:
150 g tofu
suco de 2 ou 3 limões galegos (ele é mais suave)
1/2 xícara de agave (se quiser, adoce mais)
1 cc agar agar
200 mL de creme de arroz (é aquele creme de leite de arroz da Isola Bio). Se quiser, pode substituir por leite vegetal 

Dissolva o agar agar no suco de limão e leve ao fogo até ferver. Enquanto isso, bata os demais ingredientes no liquidificador e acrescente a misture de agar agar. Prove se está bem adoçado para o seu gosto. Coloque nas taças e leve para gelar por mais ou menos 2 horas. Depois eu salpiquei açúcar de confeiteiro (nada light, mas foi só uma colher de chá para todas as tacinhas) e queime com o maçarico.

Delícia. Deve render umas 3 ou 4 tacinhas. Aqui em casa usei duas taças grandes 



Pasta de grão de bico (Homus tahine)




Essa é moleza! Excelente opção para pastinha. É sucesso garantido aqui em casa.

1 xícara de grão de bico deixado de molho por, no mínimo, 12 horas
1 dente de alho
Salsa (metade de um maço se você não for muito fã)
Sal
Pimenta
1 cs tahine (pasta de gergelim)
Azeite

Cozinhe o grão de bico até que fique bem macio. Escorra a água, mas guarde um pouco da água que sobrou do cozimento. 

Bata no liquidificador ou processador (eu prefiro esse último porque acho que no liquidificador demora mais) o grão de bico com um pouco da água do cozimento, o alho (cru mesmo!), sal, pimenta e tahine. Se usar o liquidificador, use a função pulsar. Vá acrescentando o azeite para dar um sabor e ajudar na liga. Acrescente a salsa e espere incorporar (mas deixe uns pedacinhos). Prove o sal e pronto.

Muito fácil né?


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bolo de banana e avelã - sem gluten e sem lactose


Mais uma versao do bolo de banana, so que dessa vez feito com avelãs, que eu adoro!!!

1 xicara de avelãs trituradas
4 ovos (separar clara da gema)
1 xicara de acucar mascavo
5 bananas nanicas amassadas + 2 para decorar)
1 cc fermento
1 cc canela em po
1 cc cardamomo em po

Bata as claras em neve. Junte as gemas com o açúcar, canela, cardamomo e as bananas amassadas.Acrescente a avelã e o fermento. Depois incorpore as claras delicadamente e leve em uma fôrma de bolo ingles untada e enfarinhada (eu uso cacau porque fica mais bonito).  Decore com pedacos de banana e canela. Leve ao forno a 180 graus por 30 minutos.
Fica um bolo bem molhadinho. E nao se assuste se ele murchar um pouquinho, isso acontece porque ele quase nao leva farinha e o ovo da uma murchada.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Molho funghi sem lactose


Essa receita para com a do molho branco que fiz AQUI m só que dessa vez usei o que tinha em casa, ou seja, sem o inhame cozido. Ficou muito bom e cremoso.

1 xícara de castanhas de caju cruas deixadas de molho por mais ou menos 6 horas
1 xícara de água
noz moscada
sal
pimenta
6 unidas de Shiitake seco (hidrate com água quente por uns 20 minutos. Depois é só picar).
1 cubinho de biomassa de banana verde  (opcional. Eu não usei! Serve para deixar mais grosso)
1 cebola picada

Jogue fora a água em que as castanhas ficaram de molho. Bata no liquidificador com uma xícara de água por uns 5 minutos (ou até incorporar bem). Vai ficar um creme. 

Refogue a cebola no óleo de coco (ou azeite ou ghee). Acrescente o shiitake. Tempere com sal e pimenta. Coloque o creme de castanhas e noz moscada. Deixe incorporar bem. Depois é só misturar no macarrão.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Lula Recheada com camarão

Achava que já tinha publicado essa receita, mas não encontrei de jeito nenhum quando fui pesquisar aqui no blog (por isso que ele existe, por sinal.... como uma pessoa consegue perder suas próprias receitas??? pois é....)

E tinha comprado essas lulas justamente para rechear. E foi assim que surgiu um prato super chique, delicioso e feito em casa (quanto esse prato não custaria num restaurante do Rio!?). Não é simples, na verdade, eu também tive uma certa dificuldade para acertar o recheio (coloquei num saco de confeiteiro), mas o resultado final foi mais do que aprovado!!!!




Para o recheio:
1 cebola média picada
4 dentes de alho
250 g camarões limpos e picados
2 tomates pequenos maduros e sem sementes processados
salsinha picada
sal e pimenta
Farinha de mandioca para dar liga

Tempere os camarões com um pouquinho de limão, sal e pimenta. Logo depois refogue a cebola e alho no azeite. Acrescente os camarões e o tomate. Vai soltar um caldinho. Deixe cozinhar poucos minutos. Acerte o tempero e vá colocando farinha de mandioca aos poucos. Misture devagar e espere porque ela dá liga aos poucos (não adianta acrescentar muita farinha). Acho que coloquei só umas duas colheres de sopa rasas. Isso serve para não chorar da lula o caldo.


Reserve o recheio. 


Pegue as lulas bem limpas e vá recheado. Eu peguei um saco de confeiteiro e cortei a ponta (nem usei o bico). E assim fui recheando. Depois fechei com um palito. Ficou assim:


Pegue uma frigideira grande e aqueça o azeite. Coloque as lulas aos poucos e deixe dourar dois minutos de cada lado (eu tampei a frigideira porque não queria sujar muito meu fogão.... hehehe, só que isso tem a desvantagem de não criar uma crosta na lula. Por outro lado, solta um molhinho delicioso, além de cozinhar a lula como um todo).

Para acompanhar, eu tinha um arroz integral na geladeira e aqueci em uma outra frigideira com castanhas tostadas. Ficou um excelente acompanhamento!





Taça de chocolate, coco e morangos

Comprei um abacate lindo e super maduro na feira. Tinha que usar logo. Aí lembrei da mousse de chocolate que já postei aqui, só que queria fazer algo diferente. 

No final de semana, eu provei uma panna cotta (não sei se é assim mesmo que escreve) no Pomar Orgânico e queria muito aprender a fazer. Aí me inspirei naquela imagem (só na imagem porque não ficou nem um pouco parecido com a que eles servem lá, que é dos deuses!!!!) e fiz essa tacinha que ficou uma delícia!!!!! Fiquei com medo da mistureba, mas a combinação ficou perfeita (ainda bem que desisti de usar baunilha como tinha planejado inicialmente).

Mousse de abacate e chocolate
1 abacate
2 cc cacau de boa qualidade (usei da Callebaut)
Açúcar de coco a gosto (eu usei 2 colheres de sopa porque tava formiga no dia)
1 colher de café de goma xantana

Bata tudo no processador, deixando a goma xantana para o final porque ela que vai dar a consistência. Coloque nas taças (duas) e reserve.

Creme de coco e morangos

1 xícara de leite de coco caseiro (proporção 1:2)
açúcar demerara a gosto (fui provando)
6 morangos orgânicos picados 
1,5 colher de cafe de agar agar

Aqueça o leite e o açúcar. Quando começar a ferver misture o agar agar. Em seguida, acrescente os morangos e coloque por cima da mousse (não demora muito porque o agar agar endurece!).

Leve para gelar por uns 40 minutos.

Decore com um moranguinho!




Leite vegetal

Esse post é para as amigas que tanto me perguntam sobre os leites vegetais. Já expliquei algumas vezes como eu faço e uso. Eu tomo leite da vaca eventualmente, mas meu marido é intolerante, portanto, todas as receitas que faço em casa são feitas com leites vegetais. Aqui resolvi explicar mais ou menos a proporção de cada leite. E com o tempo vou atualizar com outros leites (acabei de receber a aveia sem glúten que comprei no Iherb, pro exemplo, e pretendo fazer um leite de aveia), ok?

Ah! Quando eu falo 1:2 é uma xícara do ingrediente e 2 de água; 1:3 é uma xícara do ingrediente para três de água e assim por diante. 


Leite de nozes – Esse é o mais neutro e sem graça de todos até o momento. Não fica com gosto adocicado, nem muito forte de nozes. Por outro lado, me pareceu um pouco mais ralo do que os outros. Talvez seja uma boa opção para substituir o leite em receitas que demandem um sabor neutro. Não estranhe se ele talhar um pouco quando aquecido. Depois é só mexer ou usar assim mesmo.  Puro ele ficou muito sem graça. Tomei também batido com cacau e mel, só que ele perdeu completamente o gosto, fica parecendo água. Honestamente, foi o que menos gostei. E olha que eu amo nozes! Da próxima vez vou tentar em uma proporção diferente (dessa vez eu fiz 1:3, mas da próxima vou fazer 1:2).

Leite de avelãs – O mais saboroso que já provei na vida! Só que o gosto de avelã é bem marcante. O leite puro é uma delícia, lembra um pouco chocolate, sei lá. No café ele deu gosto, o que não é muito legal para quem não curte a mistureba de sabores. Por outro lado, bati com cacau e açúcar e ficou divino! Parecia leite com nutella. E também usei para fazer um milk shake de banana e cacau. Enfim, ele é uma delícia puro ou misturado em bebidas. Não deu para usar em receitas porque acabou antes, mas acho que daria um sabor todo especial. O melhor de tudo é o uso do bagaço que sobra: virou uma nutella caseira maravilhosa! A proporção que usei foi de 1:3, como sempre. Esse é o que eu mais gosto!!!

Leite de macadâmias – Foi o mais próximo que achei do leite normal (leia-se, de caixinha, porque tenho a impressão que nada substituirá aquele leite fresco, direto da vaquinha). Não fica com sabor de macadâmia (atualizando um pouco: cuidado com a macadâmia! Fiz outro dia com uma que comprei e ficou horrível! Não sei se foi a qualidade, mas joguei fora!). Eu usei macadâmia salgada porque foi o que achei. Aí fiquei trocando a água algumas vezes e depois deixei de molho durante a noite, como sempre faço. O bagaço virou uma bela ricota temperada com azeite, sal, pimenta, açafrão e ervas . Consumi puro, depois com café e também em receitas. Ficou muito bom! Proporção também de 1:3.

Leite de coco – Ideal para receitas. Só tem um detalhe: se você está esperando aquele mesmo sabor do leite de coco industrializado (eca!), pode esquecer! O sabor é mais suave e nada artificial. Provei também ele puro e usando em vitaminas e fica uma delícia também.

Já fiz esse leite de duas formas: pegando o coco em pedaços (só tirei aquela casca dura, fiz com a casca fina marrom mesmo porque tenho preguiça de tirar e não tem problema algum em consumi-la), batendo no liquidificador na proporção 1:3 (para cada xícara de coco em pedaços, 3 xícaras de água) e coando. Dá para fazer com o coco fresco ralado (aqueles que compramos na feira ou no hortifruti mesmo. Atenção porque tem que ser o coco fresco!). 

A segunda forma que fiz e achei mais consistente foi fervendo o coco ralado fresco com água durante uns cinco minutos (mesma proporção 1:3). Depois esperei esfriar, bati no liquidificador e coei.

 A segunda forma fica muito melhor, ele fica mais cremoso. Porém, pode ser que para beber você não aprecie tanto, já que você acaba sentindo um pouco o gosto da gordura do coco (que é uma boa gordura!). Essa segunda forma é ideal para as receitas e aí dá até para diminuir a proporção, dependendo do prato (tipo 1:1 ou 1:2. Álias, 1:1 fica excelente para fazer pratos salgados tipo moqueca, bobó, etc. Já 1:2 fica excepcional na canjica).

Leite de amêndoas – Esse também fiz de duas formas: amêndoas com casca e sem casca (comprei as amêndoas já sem casca). Sem casca fica com um sabor mais suave, mas das duas formas fica uma delícia. Esse leite não é tão neutro quanto o de nozes. Em compensação, é mais saboroso (definitivamente eu achei o leite de nozes muito sem graça!) e ideal para vitaminas e uso em receitas substituindo o leite em geral. Ele é mil vezes mais saboroso e mais barato que o leite de amêndoas industrializado (que é adocicado e horrível!!!). Esse vale muitooooo a pena fazer. A proporção aqui foi de 1:3.

Leite de castanhas do Brasil (ou do Pará) – Esse leite pode ser feito em uma proporção maior (tipo 1:4) porque tem um gosto muito acentuado das castanhas. Para quem gosta, é uma delícia, mas o sabor é muito marcante mesmo. Melhor do que ele puro, o que eu já fiz foi tentar um mix de castanhas (usei macadamia, castanha de caju e castanha do Brasil) e assim a castanha do Brasil não apareceu tanto. Definitivamente achei muito forte, ele acaba sobressaindo. O melhor jeito de usar é em receitas, não como leite puro para beber.

Leite de castanha de caju – Neutro e saboroso. Fica um leite ótimo para mingau, vitamina e até puro mesmo. Ótimo também para receitas. A proporção é a mesma que geralmente uso, 1:3




Creme de milho

Quem me conhece sabe como é difícil me ver comendo milho. Por outro lado, esse é um dos ingredientes que eu mais amo! Por que eu não como? Simples! A maioria dos milhos que encontramos hoje em dia no mercado são transgênicos. Eu não uso amido de milho a não como muita pipoca (exceto no cinema hehehehe). Só que quando eu encontro milho orgânico e não transgênico, eu piro! 
Sempre que vejo a pipoca da Ecobio na prateleira, ela entra na minha sacolinha de compras.

E não foi diferente com o milho que encontrei na feira orgânica da Barra (toda terça às 07:00 na Praça do Ó).

E como eu amo creme de milho, saiu uma refeição rápida, fácil e gostosa!


Fiz assim:

3 espigas de milho cozidas
Água
Sal
Pimenta
Noz Moscada
1 cs biomassa (totalmente opcional! Só usei porque tinha descongelado para uma receita que eu desisti)

Depois do milho devidamente cozido, corte como na foto abaixo:


Leve para o liquidificador com um pouco da água do cozimento e os temperos (biomassa aquecida!) até dar liga. Vá apertando o pulsar ao invés de ficar jogando água o tempo todo. Assim ele não fica aguado.

A consistência ficou idêntica ao creme de milho que comia quando era mais nova, só que sem a necessidade do leite (ou creme de leite....). O segredo é temperar. Dá para usar também caldo de legumes ao invés de água, mas eu estava sem caldo congelado.

Eu aproveitei uns cogumelos secos (shiitake) que trouxe de São Paulo e dei uma hidratada por uns 15 minutos, cortei e refoguei na frigideira com cebola. Finalizei com salsinha e comi com arroz integral.



quinta-feira, 10 de julho de 2014

Torta de abóbora com coco - sem glúten e sem lactose

Eu ganhei um pote lindo de doce de abóbora com coco caseiro. Só tinha um problema: eu não era muito fã do doce......Só que como eu ando dando novas oportunidades ao meu paladar, resolvi experimentar. E gostei! Ainda não é o meu doce preferido, mas eu achei muito bom!

Com o doce na geladeira e sobra de um leite de amêndoas, resolvi fazer uma mini tortinha de abóbora para ver se dava certo. E vou dizer que ficou deliciosa!!!! Comi quentinha com café.... Muito bom!

Fiz assim:
1/2 xícara de resíduo de leite de amêndoas
1 ovo
3 cs de doce de abóbora
1 cc óleo de coco

Misture tudo e divida em 4 fôrmas de torta de fundo removível devidamente untadas com oleo de coco. Salpique coco ralado. Leve ao forno a 200ºC por 15 minutinhos. Pronto! Fácil né?






sábado, 5 de julho de 2014

Pão de queijo de tapioca da Pat Feldman

Todo mundo que prova esse pão de queijo me pede a receita. Ele é simplesmente maravilhoso!!!! 

A receita não é minha, é da Pat Feldman (do site Crianças na Cozinha). A única coisa que eu fiz foi diminuir a quantidade de gordura e aumentar um pouquinho a quantidade de queijo na receita (porque eu sou viciada em queijo), mas se fizer do jeito que ela ensina, vai dar mega certo e ficar uma delícia!

A receita original está nesse link: http://pat.feldman.com.br/2012/07/12/pao-de-queijo-com-tapioca/

Mas vou reproduzir aqui com as minhas adaptações:

1,5 xícaras de tapioca (aquela do cuscuz!!! NÃO é a goma de tapioca) 
3 xícaras de leite 
1/2 xícara de gordura de óleo de palma (ou coco ou manteiga) 
2 ovos caipiras
1,5 xícara de queijo parmesão ralado na hora
1,5 xícara de queijo meia cura ralado
1 colher de sopa de sal (ou mais, à gosto)
2 xícaras de polvilho doce e azedo (fui colocando um pouco de cada. A medida aqui é aproximada, o suficiente para a massa soltar dos dedos)
Aqueça o leite com a gordura de coco até quase a fervura e jogue sobre as pérolas de tapioca, num recipiente grande e fundo de vidro. Espere esfriar.
Junte os ovos, os queijos, o sal e uma parte do polvilho, amassando sempre. Vá acrescentando mais polvilho aos poucos, até obter o ponto em que a massa solte dos dedos – essa massa não chega a soltar totalmente, acho que por causa das pérolas de tapioca hidratadas, que ficam meio “chiclete”.
Forme bolas com a massa mais ou menos do tamanho de uma bola de ping-pong e transfira para uma assadeira levemente untada com manteiga. Asse em forno pré-aquecido por cerca de 35 minutos ou até o topo do pão de queijo dourar.
Se preferir fazer em maior quantidade, pode congelar as bolinhas e quando quiser comer, coloque no forno congeladas mesmo! Aliás, é uma ótima opção de lanches para termos em casa.